Por que sonhamos?

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por que vimos o sonho
Toda pessoa, um milionário e um homem pobre está sonhando regularmente. Mas por que sonhamos? As mentes dos cientistas ainda não responderam a essa pergunta. A única coisa que se sabe com certeza – os sonhos são uma necessidade fisiológica importante de uma pessoa. Como comida ou sono saudável.

O que sabemos sobre os sonhos?

O professor Michael D. Cole, pesquisador da consciência humana, descreve sonhos como este: “Este é um tipo de ponte entre o que uma pessoa quer e o que ela tem”.
Estando na junção de percepção, pensamento e memória, o sonho tem características claras:
  • Ela é consciente e tem uma cor emocional;
  • É pessoal;
  • É manifestado através da imaginação;
  • Com o tempo, ele se desenvolve e detalha.
Sigmund Freud acreditava que os sonhos são os mesmos, mas fluem durante a vigília. O psicólogo também sugeriu que a fantasia é um processo cíclico sistemático. Essa hipótese é confirmada por estudos, durante os quais as pessoas foram abordadas nos momentos dos sonhos. Nesses momentos, os psicanalistas registravam um aumento do nível de agressão neles, semelhante à irritabilidade de uma pessoa recém-despertada.
Recentemente, os neurocientistas descobriram a estrutura neural do sonho. Os cientistas notaram que certas estruturas cerebrais dos participantes da pesquisa se intensificaram em momentos de bons sonhos. Quando os participantes passaram a resolver tarefas cognitivas, a intensidade das atividades dessas estruturas diminuiu. Tentando determinar a localização das áreas do cérebro, os pesquisadores descobriram que as redes cerebrais responsáveis ​​pela fantasia estão localizadas em várias áreas do córtex frontal.

Por que sonhamos?

No mundo acadêmico, a versão mais popular é que os sonhos são resultado de trauma psicológico. Os psicólogos dizem que as fantasias suavizam o sentimento de inferioridade, servem como um meio de descarga emocional e neutralização psicológica de insultos profundos.
Assim, a antipatia dos pais na infância pode se transformar em um sonho de se tornar famoso e amado, e as acusações do chefe – contribuem para o desejo de construir uma carreira impressionante. O psicólogo soviético Boris Dodonov afirma que 70% dos sonhos são causados ​​por experiências negativas no passado. Através dos sonhos, o cérebro se cura do estresse experimentado. Mergulhando no mundo da fantasia, ele faz o trabalho mais difícil de assimilar a experiência adquirida. Este processo é o resultado de milhares de anos de evolução.
Muitas vezes, a fantasia se torna uma maneira de compensar a agressão. Nos sonhos, uma pessoa se vinga do ofensor. Sem violar a estrutura social estabelecida, através da imaginação, as pessoas experimentam toda a gama de experiências associadas à restituição de ofensas.
Os sonhos também são uma resposta do cérebro ao sucesso e reconhecimento. As imagens são desenhadas na imaginação, motivadas para novas explorações e aumentam a fé na própria força.

Outras Versões

Segundo uma teoria, fantasias agradáveis ​​salvam o cérebro de informações desnecessárias. Pequenos detalhes sensoriais, como a cor das calças dos colegas, tornam-se um pano de fundo desnecessário para o nosso cérebro, firmemente fixado no subconsciente. Os sonhos expulsam informações em excesso e aumentam a eficiência do cérebro.
Os pensadores antigos tinham sua própria versão disso. Na sua opinião, os sonhos eram a mensagem dos deuses e permitiam que uma pessoa mergulhasse no mundo, onde poderia obter o que lhe faltava na vida real.
O psiconeurologista John Allan Hobson está confiante de que os sonhos, como os sonhos, refletem o lado sombrio da consciência humana. Os processos neuroquímicos e os impulsos elétricos que ocorrem no cérebro em momentos de fantasia são semelhantes à atividade durante o sono REM.
Os psicólogos concordam que os objetos dos sonhos dependem do grau de satisfação com a vida e da natureza dos sonhos. Cientistas da Universidade de York, durante o estudo de homens e mulheres de diferentes idades, pediram aos entrevistados que falassem sobre o brilho e a frequência de suas fantasias. A frequência dos sonhos dos homens depende diretamente do nível de satisfação com a vida. Nas mulheres, a satisfação com a vida influenciou o brilho das fantasias, mas não a frequência. Os entrevistados que disseram que estavam mais satisfeitos com suas vidas sonhavam com o bem-estar de seus parentes e amigos. Ao mesmo tempo, pessoas solitárias e socialmente desprotegidas, descontentes com o estado das coisas na vida, fantasiavam sobre personagens de livros, aventuras românticas e estranhos.
Assim, o sonho se torna uma fonte de saturação com as emoções e experiências desejadas. Em uma situação de fome “emocional”, ela enche a vida de cores e compensa a falta de impressões reais.
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