25 maneiras de lembrar as coisas e o que você lê rapidamente

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25 maneiras de lembrar as coisas e o que você lê rápido

Em 2006, pesquisadores do Centro de Neurobiologia da Aprendizagem e Memória da UC Irvine publicaram um artigo de periódico intitulado “Um caso de lembrança autobiográfica incomum”. O artigo apresenta o estudo de caso de Jill Price (sob o pseudônimo de “AJ”): a primeira pessoa a ser diagnosticada com memória autobiográfica altamente superior, ou HSAM. Indivíduos como Price mantêm insights críticos sobre a questão de como se lembrar das coisas muito tempo depois de entrarem em nosso cérebro.

Ao contrário da maioria das pessoas, ela tem a notável capacidade de recordar memórias distantes com surpreendente clareza.

Ela poderia contar aos pesquisadores o que estava fazendo vinte anos atrás, com a mesma vivacidade e detalhes do que estava fazendo dois dias atrás.

Os cientistas ainda estão tentando entender a neurobiologia por trás do HSAM, com a esperança de que isso ajude os esforços contínuos para combater os estragos da doença de Alzheimer, demência e outras formas de perda de memória.

Menos de 100 pessoas foram diagnosticadas com HSAM, mesmo após a extensa cobertura da mídia que se seguiu ao diagnóstico.

As varreduras do cérebro revelam que os indivíduos HSAM têm diferenças estruturais no giro para-hipocampo (envolvido na lembrança de memórias emocionais) e no fascículo uncinado (envolvido na retenção de memória episódica).

A maioria de nós nunca será capaz de atingir a mesma capacidade de recuperação que as pessoas com HSAM, mas existem muitas dicas, truques e estratégias que você pode adotar para melhorar sua memória.

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Como você já deve saber, existem diferentes categorias de memória que são pouco relacionadas entre si:

  • Memória episódica: a capacidade de recordar eventos recentes que você experimentou.
  • Memória autobiográfica: impressões e sentimentos generalizados sobre períodos mais longos.
  • Memória perceptiva: sua memória de longo prazo para informações visuais, auditivas e outras informações perceptivas (por exemplo, rostos, vozes e aparência de edifícios).
  • Memória semântica: sua capacidade de recordar o conhecimento geral (fatos, idéias, informações, significados e conceitos) que você acumulou ao longo de sua vida.

Os indivíduos com HSAM são, portanto, destacados em sua capacidade de lembrar episódios e experiências, mas geralmente têm uma capacidade média de recordar rostos ou números de telefone.

Indivíduos com a chamada memória fotográfica podem ter uma lembrança quase perfeita das informações visuais (por exemplo, uma paisagem ou o rosto de alguém), mas não serão capazes de lembrar o mesmo número de dígitos de pi da memória (esse é um desafio que muitos “Atletas da memória” comprometem-se).

Este artigo aborda uma ampla variedade de técnicas que você pode adotar para melhorar sua memória em várias capacidades:

  1. Como se lembrar das coisas em geral
  2. Como lembrar o que você lê
  3. Como se lembrar das coisas para um teste
  4. Como se lembrar rapidamente das coisas

Dependendo de quais são seus objetivos específicos de memória, você pode escolher quais mudanças de estilo de vida e técnicas mnemônicas devem ser adotadas.

Não existe uma resposta única para a questão de como lembrar tudo que você leu ou aprendeu – uma combinação de hábitos e estratégias que funcionam bem com seu próprio contexto e estilo de vida o ajudará a chegar lá.

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Como se lembrar das coisas em geral

1. Melhore sua qualidade e quantidade de sono

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Sono e memória são ambos processos fisiológicos complexos. O sono afeta todas as fases do processo de memória:

  • Aquisição: quando você absorve novas informações
  • Consolidação: quando as novas informações são armazenadas
  • Lembre-se: quando você recuperar a memória relevante do armazenamento

A privação do sono pode comprometer cada uma dessas fases. Em outras palavras, fica mais difícil aprender novas informações.

Quando seu cérebro está privado de sono, é mais difícil consolidar as novas informações que você adquiriu e para recuperar as informações que você já armazenou.

Aqui estão várias etapas importantes que você pode executar para melhorar sua qualidade e quantidade de sono antes (também conhecida como higiene do sono), durante e após cada tentativa séria de aprender:

  1. Manter uma rotina de sono consistente que fornece 7-8 horas de sono a cada noite.
  2. Fique longe de cafeína, nicotina, álcool, exercício e grandes quantidades de comida 3-4 horas antes de dormir para melhorar sua qualidade de sono (lanches leves são bons).
  3. Gerencie seu estresse e ansiedade diários para não comprometer a qualidade do sono.
  4. Mantenha seu quarto escuro, aconchegante, legal e sem gadgets.
  5. Tente evitar medicamentos que atrapalham ou atrasam o sono.
  6. Não tire cochilos depois das 15h.

Tire um tempo para relaxar (tomar um banho, ler um livro, ouvir música) antes de dormir.

2. Tire uma soneca

Há uma razão pela qual empresas como Google e NASA estão incentivando seus funcionários a tirar uma soneca no escritório.

Salas de dormir e vagens estão ficando cada vez mais comuns, à medida que mais empregadores reconhecem seu impacto positivo na produtividade, concentração e memória.

Você tem que ter cuidado, no entanto. Tirar uma soneca muito longa pode sair pela culatra.

Existe algo como “inércia do sono” – onde você acorda depois de uma soneca se sentindo mais cansado e grogue do que antes.

Um estudo de 2019 publicado na revista Dormir descobriram que os jovens que tiraram uma soneca de uma hora tiveram uma lembrança significativamente melhor do conhecimento factual que aprenderam anteriormente, em comparação com os colegas que ficaram acordados.

Enquanto os cientistas ainda estudam a duração ideal da soneca (isso pode variar de acordo com a natureza do trabalho em questão), você pode se beneficiar de tirar uma soneca curta quando começar a sentir sono e desatenção.

Essa soneca curta pode ajudá-lo a consolidar as informações que você acabou de adquirir.

3. Melhore sua dieta

Não existe um “superalimento” único que melhore sua memória e pare o declínio cognitivo à medida que envelhece.

O conselho geral é manter uma dieta saudável que contenha uma grande quantidade de frutas, legumes, legumes e grãos integrais.

Você deve consumir proteínas animais, açúcar e gorduras saudáveis ​​(por exemplo, azeite e abacate) com moderação, evitando alimentos processados ​​e ultraprocessados.

Existem, no entanto, certos nutrientes que foram associados à saúde do cérebro.

Isso inclui ácidos graxos ômega-3, vitaminas do complexo B e antioxidantes.

Ao garantir que esses alimentos sejam uma presença constante em sua dieta, você pode ajudar a melhorar o funcionamento do cérebro e a memória:

  • Vegetais de folhas verdes como brócolis, couve e espinafre contêm nutrientes saudáveis ​​para o cérebro, como vitamina K, beta-caroteno, luteína e folato.
  • Frutas e bagas como mirtilos, maçãs e frutas cítricas contêm flavonóides, o que ajuda a atrasar o declínio da memória.
  • Peixe oleoso são ótimas fontes de ácidos graxos ômega-3. Consuma salmão, atum, cavala, sardinha e anchovas algumas vezes por semana para melhorar sua memória e saúde geral.
  • Nozes são ótimas fontes de gorduras saudáveis, proteínas e antioxidantes benéficos. Um estudo de 2015 da UCLA relacionou especificamente um maior consumo de nozes a melhores pontuações nos testes cognitivos.
  • A cafeína no seu chá e café ajuda a solidificar novas memórias (mas consome-a com moderação e no início do dia para impedir que comprometa a qualidade do sono). Pesquisas com estudantes universitários sugerem que o café tem um efeito positivo na memória quando consumido pela manhã.

4. Exercício aeróbico regular

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Em 2015, um estudo da Universidade da Colúmbia Britânica descobriu que o exercício aeróbico regular pode aumentar o tamanho do seu hipocampo (que está envolvido na memória verbal e na aprendizagem).

Outros tipos de atividades físicas (por exemplo, treinamento de resistência ou exercícios de tonificação muscular) não produziram o mesmo efeito.

O exercício pode aumentar sua memória direta e indiretamente.

Ajuda diretamente seu cérebro, estimulando o crescimento de novos vasos sanguíneos no cérebro, reduzindo a inflamação e reduzindo a resistência à insulina.

Também melhora o crescimento e a sobrevivência de novas células cerebrais. Indiretamente, o exercício ajuda a melhorar suas funções cognitivas, melhorando a qualidade do sono, o humor e mantendo o estresse e a ansiedade afastados.

Aqui estão algumas recomendações de exercícios específicas para a melhoria da memória:

  • Prossiga 150 minutos (2,5 horas) de exercícios de intensidade moderada a cada semana
  • Isso pode incluir qualquer forma de exercício que mantenha o coração bombeado: caminhadas, ciclismo, natação, dança, futebol, tênis etc.
  • Até mesmo atividades domésticas regulares (como varrer o chão ou jardinagem) podem ajudar.
  • Se a motivação é um problema, considere inscrever-se em aulas regulares ou nos serviços de um personal trainer. Ter um colega de treino regular também pode ajudá-lo a tornar o exercício um hábito.

5. Tai Chi

Embora o tai chi tenha sido inicialmente concebido como uma arte marcial, há muito tempo é praticado como um meio de alcançar a longevidade.

Como o Tai chi é menor do que a maioria das outras formas de exercícios aeróbicos, inicialmente não estava claro se ele tinha a mesma capacidade de melhorar a memória e aumentar o volume cerebral.

Em um artigo de 2012 publicado no Jornal da doença de Alzheimer, cientistas da Universidade do Sul da Flórida e da Universidade Fudan observaram que o tai chi teve um impacto positivo no volume cerebral e na capacidade de memória.

Como terapia mente-corpo, o tai chi é particularmente valioso para indivíduos mais velhos e para aqueles que não podem realizar atividades aeróbicas intensas por razões de saúde ou fisiológicas.

Pesquisas existentes sugerem que melhora a circulação sanguínea no cérebro, diminui o impacto do envelhecimento nas células cerebrais e alivia os efeitos do comprometimento cognitivo leve.

Mesmo que você não esteja em risco de declínio cognitivo, o tai chi pode ajudá-lo, melhorando suas funções executivas.

Isso inclui sua capacidade de gerenciar tempo, tomar decisões e realizar várias tarefas. Também pode proteger sua memória dos estragos de doenças mentais degenerativas (que se tornam uma preocupação maior à medida que você envelhece).

6. Seja social

Um estudo publicado no American Journal of Public Health em 2008, descobriram que a integração social ajuda a preservar a memória e impedir a perda de memória entre idosos americanos.

Outros estudos corroboram esses achados. Indivíduos com redes sociais limitadas correm maior risco de demência incidente e declínio cognitivo. Por outro lado, aqueles com uma vida social mais rica têm melhor saúde cognitiva e memórias.

Existem várias maneiras de manter e aprimorar seus laços sociais, independentemente da sua idade:

  • Estabelecer um relacionamento saudável a longo prazo ou casamento
  • Prosseguir atividades voluntárias regulares
  • Mantenha seu contato com familiares imediatos e distantes (pais, filhos, primos, etc.)
  • Construir bons relacionamentos com seus vizinhos
  • Mantenha contato com amigos, colegas e conhecidos

7. Pegue passatempos novos e desafiadores

A neurocientista da Universidade do Texas, Denise Park, descobriu que os adultos mais velhos que buscavam hobbies novos e relativamente exigentes (o estudo envolvia fotografia digital e colchas) tinham melhores lembranças do que aqueles que não experimentavam o mesmo desafio mental.

Eles também foram melhor protegidos contra perda de memória a longo prazo.

A estratégia é aprender uma Novo habilidade que fortalece as conexões entre diferentes partes do cérebro.

Jogar jogos cerebrais como o Sudoku pode ajudar a melhorar partes da sua memória de curto prazo, mas não tem o mesmo efeito de estimular uma rede cerebral inteira.

Os hobbies que você busca também devem oferecer uma sensação de satisfação e prazer, para que possa ser algo que você busca constantemente.

Aqui estão alguns hobbies possíveis que você pode seguir para fortalecer e melhorar sua memória:

  • Aprendendo um novo idioma
  • Aprendendo a tocar um novo instrumento musical (ouvir passivamente música não tem o mesmo impacto)
  • Perseguindo uma nova busca artística como pintura, poesia, caligrafia ou cerâmica
  • Passatempos indoor como jardinagem, arranjos florais, tricô e carpintaria, mantenha sua mente e corpo ativos
  • Pegando um novo esporte

8. Faça a memória funcionar de maneira divertida

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Além de adquirir um novo hobby, você também pode incorporar alguns jogos e desafios divertidos e agradáveis, com muita memória em sua vida diária.

Alguns desses jogos existem há muito tempo, enquanto outros são invenções recentes:

  • Palavras cruzadas ajudá-lo a lembrar palavras que você conhece e criar novas associações linguísticas
  • Quebra-cabeças é uma boa maneira de estimular sua memória perceptiva
  • Jogos como Desafio Sudoku sua memória de trabalho
  • O xadrez estimula sua memória de curto prazo (já que você precisa antecipar todos os movimentos que seu oponente pode fazer)
  • Jogos online como Lumosity, Neuro Nation e Anki treinam sua memória de várias maneiras

Jogos cerebrais recomendados:

Como lembrar o que você lê

9. Espace sua leitura

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Em geral, tendemos a lembrar eventos, episódios e informações que são emocionalmente provocante.

É por isso que a maioria das pessoas consegue se lembrar facilmente dos eventos críticos da vida dos momentos “Eureka” em que sua compreensão do mundo (e seu lugar nele) foi fundamentalmente alterada.

É também por isso que geralmente é mais fácil lembrar a trama do seu filme favorito do que os princípios fundamentais da contabilidade.

Parte da questão é quantitativa.

Se você consumir um grande volume de informações em um único intervalo de tempo, a maior parte delas não será “mantida” e se tornará um conhecimento que você pode sempre lembrar a longo prazo.

Seu cérebro pode acomodar apenas algumas memórias de curto prazo por vez. no entanto pode reter um grande número de memórias de longo prazo.

If you have to master the knowledge contained in an entire science textbook, for example, it would be more productive for you to stick to a few chapters (or even a single chapter) each day.

This technique is also known as “spaced repetitions.”

After all, the easiest time for you to forget something you just acquired is within the first twenty-four hours.

Spacing out your reading allows you to invest more conscious effort into understanding the material and consolidating your newfound knowledge.

The challenge, of course, is not to procrastinate on your reading – which will end up in a situation where you have to cram everything within a short period of time.

10. Take The Time To Reflect

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Instead of attempting to plough through a large chunk of reading quickly, take the time to ponder and reconsider what you have just read.

There are various mental tips to help you consolidate the information you just encountered:

  • Consciously single out the main concepts or arguments
  • Make notes on the page (by underline, highlighting or writing in the margins)
  • Try to visualize the contents with images, diagrams, graphs or charts
  • Actively ask yourself questions about the material (instead of passively absorbing everything)
  • Read key sections of the material out loud
  • Reflect on the significance or implications (i.e. the “so what?” question) of what you have been reading
  • Try to relate the content to your personal experiences and preferences

11. Test Yourself

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There’s a reason why you have to prepare for a test in the first place.

Research indicates that students who are tested on what they have learned had better long-term memories of the content than those who were not.

Testing yourself is how to remember what you read – and how to retain what you read over a longer period of time.

Create a list of difficult questions that cover the key concepts and ideas within your reading material and try to write down (or verbalize) the answers within a specific time period.

It is alright to refer back to your reading if you cannot recall specific details.

12. Eliminate Distractions

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It is easy to forget that reading is a physical and physiological act – and not just a mental one.

Researchers from the University of Oregon have found that individuals have better recall capacity when they read printed news stories, as compared to their counterparts who read the same stories online.

Part of this phenomenon can be explained by the lack of tactile information (e.g. the weight of the book, the texture of the page).

The other issue, however, is the element of distraction caused by the ephemeral nature of online news (it can appear, disappear and be interrupted by advertisements without warning).

Likewise, many other factors can interfere with your ability to absorb and consolidate new information as you read:

  • Fatigue (e.g. from sleep deprivation or a long day) can affect your focus
  • Your phone or laptop can easily interrupt your concentration with social media notifications and text messages
  • Other factors like noise pollution, room temperature, lighting, and even your body position can affect your ability to remember

13. Know Your Chronotype

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Dr Michael Breus, a board-certified sleep specialist and clinical psychologist, has argued that everyone has a different circadian rhythm (i.e. a biological clock).

This means that your cycles of alertness and sleepiness are relatively unique.

Discovering your chronotype is useful because you can use it as a guide when planning your daily activities.

Researchers are increasingly interested in how chronotypes affect school performance. Meanwhile, a growing number of companies across the world are encouraging their employees to adjust their schedules according to their individual chronotypes.

Your chronotype may not fall neatly into one of the four general categories (you may, for example, be a hybrid between two chronotypes), but they serve as a useful guide for determining the optimal time of the day for some serious learning:

  • Bears: individuals who sleep well and whose body clock generally matches the movement of the sun. Bears usually wake up at 7 am. They should take on tasks that require the most focus and concentration in the morning.
  • Lions: the prototypical “early bird” who wakes up before sunrise (around 5.30 am). Lions enjoy maximum productivity in the morning but usually begin to feel tired in the afternoon and evening.
  • Wolves: the prototypical “night owl” that has trouble waking up in the morning and going to bed before midnight. Wolves enjoy maximum productivity between noon and 8 pm.
  • Dolphins: the rarest chronotype. Dolphins are often neurotic and sleep very restlessly. They may find it hard to fall asleep at midnight and often suffer from insomnia. They are most productive between 10 am and noon but have to take extra steps to ensure that they get a good night’s sleep.

14. Share What You’ve Read

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The Nobel Prize-winning physicist Richard Feynman was known as “The Great Explainer.”

He could explain complex, difficult, and sophisticated ideas to other people in a simple and accessible manner.

The Feynman Technique refers to this ability while acknowledging the memory-enhancing effect it has on the explainer.

In other words, you learn better when you have to teach what you’ve learnt.

The technique itself is very simple.

All you need to do is review what you’ve read to ensure that you really understand it.

Then find a friend and explain what you have just read to them. Use your own words and try to be as direct and straightforward as possible.

If you have no one to turn to, you can achieve the same mental benefits with a piece of paper:

  1. Write down the name of the concept or idea you’ve just read on a piece of paper.
  2. Write down your explanation of the concept or idea in plain and simple language.
  3. Review your written explanation to see if it is accurate.
  4. Try and re-write your explanation if any part of it is unclear or overly reliant on jargon or technical language.

There might not be a one-sized answer to the question of how to remember tudo you read, but you can do a better job at retaining crucial information and concepts by reading more actively.

How To Remember Things For A Test

15. Use Acronyms And Acrostics

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Making an acronym is one of the most common mnemonic devices you can turn to.

For example, many students who struggle to remember the seven colors of the rainbow in the correct order memorizes the acronym ROGGBIV (red, orange, yellow, green, blue, indigo and violet).

If you have trouble remembering the acronym itself, you can convert it into an acrostic phrase like “Richard Of York Gave Battle In Vain.”

When doing this, try to create sentences that have a personal significance to you so that it is easier to recall.

If you are not interested in English history, for example, you can create a more contemporary acrostic like “Really Outrageous Twitch Gamer Becomes Instantly Viral.”

16. The Method Of Loci

This memory enhancement strategy goes by many names: the memory journey, the journey method, the Cicero method, the Roman room, the memory palace, and the mind palace technique.

It was initially used by ancient Greek and Roman thinkers (to memorize long oral speeches) and has been recently popularized by the BBC series Sherlock.

It involves a detailed visualization of a spatial environment (this can be based on a real location like your home or an imagined one).

Once you have a physical location firmly in mind, plan a specific route through it.

For example, you can imagine going through the door of your bedroom, walking through the room, and then entering the bathroom.

Once you have the specific route pinned down, you then make associations between what you need to remember and the specific elements in your room.

If you need to prepare for a foreign language exam, for example, you can associate each new word you need to remember with a specific location (door, shoe rack, closet, bed, mirror, window, etc.).

17. Chunking

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Imagine if you had to remember the names of all the forty-four countries in Europe.

Most people can only remember 5-9 discrete bits of information (numbers, words, etc.) at any one time.

To get around this, you should divide the large group of information into smaller and more manageable units.

The word “chunking” – which comes from psychologist George A. Miller’s 1956 paper – is an acknowledgment of the limits of our short-term memory in processing novel information.

For this specific example, you can break down the forty-four European countries into five different categories: Northern Europe (6 countries), Eastern Europe (4 countries), Southern Europe (7 countries), Western Europe (7 countries), and Central Europe (4 countries).

The smaller categories should not be created arbitrarily – there should be a logic of familiarity that justifies why each unit of information in that group is there.

Chunking is a flexible and versatile mnemonic strategy that can be used in a large number of ways.

You are probably already using it to remember long sequences of numbers (e.g. phone numbers).

The smaller groups can be created in various ways, from semantic properties to more superficial categorizations like phonetic similarities (e.g. dividing the European countries alphabetically instead of geographically).

18. Know Your Learning Style

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As with chronotypes, recent research has found that everyone processes information in a slightly different way.

Psychologists and researchers in the field of education have identified seven distinct learning styles.

By identifying your preferred learning style, you can come up with more effective learning and memorizing techniques:

  • Visual learners: you learn best when there is a visual or image to help you understand new information. Pictures, images, mind maps, and cinematic media (e.g. short videos, films and documentaries) are some good answers to the question of how to remember things for a test.
  • Aural learners: you learn best through music, rhyme schemes, and phonetic associations. This learning style is often overlooked since most educators don’t have the musical talents needed to create jingles, songs or rhythmic devices to help their students.
  • Verbal learners: you can learn well through verbal instructions, written texts, or both. Reading something aloud or listening to the content you need to learn may help. You can also write down your own notes, summaries, and explanations.
  • Physical (kinaesthetic) learners: you need an element of motion to help you learn (i.e. learning by doing). You might want to process new information by going for a walk, role-playing, using hand gestures as you recite the content, or drawing your own diagrams.
  • Logical learners: you need to understand the underlying concept, theme or system behind something in order to internalize it. Making charts, lists and categories can be useful.
  • Social (interpersonal) learners: you learn best when learning is a social activity. Organize study groups or one-on-one sessions to prepare for tests and exams.
  • Solitary (intrapersonal) learners: even extroverted individuals may learn more effectively when learning is a solitary pursuit. Create a space and time for you to be alone with your material.

You do not need to limit yourself to a particular learning style, however. Sometimes it is more effective to combine different types of information (e.g. audio and visuals) so that you can absorb the information in multiple ways.

19. Use The Pomodoro Technique

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First developed in the 1980s, the Pomodoro Technique is a productivity hack that can help you focus on what you need to memorize for a test.

Pomodoro is the Italian word for “tomato” – reference to the shape of the kitchen timer that its creator Francesco Cirillo used. Its logic is similar to that of spaced repetitions, but it provides more specific guidelines on how to space out your learning sessions.

The technique is easy enough to follow:

  1. Break your study session into a few 25-minute intervals. Each interval is called a pomodoro.
  2. You get a five-minute break after each pomodoro.
  3. After completing four pomodoros, you get a longer 15 – 30 minutes break.

There are a large number of desktop and smartphone apps that incorporate the Pomodoro Technique.

Its popularity can be attributed to its simplicity and its effectiveness in minimizing distractions while preventing burnout.

Since you know that each interval only lasts for 25 minutes, you will find it easier to maintain your focus and concentration throughout each period.

The brief breaks help you to “recharge”. You can use them to stretch, walk around, or even complete some physical chores.

20. Don’t Try To Multitask

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Anthony Wagner, a psychology professor at Stanford University and director of the Stanford Memory Laboratory, has argued that your brain can only do one thing at a time.

When you try to multitask, what you are actually doing is task-switching.

Existing research indicates that heavy multitaskers (those who switch between many different types of media in a given period of time) perform much worse on simple memory tasks.

Multitasking compromises your attention and your working memory capacity.

This effect is especially significant when you are working on a cognitively demanding project – like writing an academic essay or studying for an exam.

Be mindful of your habits and consciously keep your attention focused on your test material.

How To Remember Things Fast

21. Memorize Backwards

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While it is generally ideal to take your time to store information in your long-term memory, there are always situations in life that require you to know how to remember things fast.

You may have a limited amount of time to remember a speech, your lines for a performance, or the names of all the important people at a company event.

Instead of only doing the intuitive thing of trying to memorize everything from beginning to end, try to memorize the outline of your content from end to beginning.

Even if you forget a specific section or sentence, having the entire outline firmly in your short-term memory will allow you to improvise effectively.

22. Use Your Learning Style To Your Advantage

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When you have a lot of information to remember and limited time to do so, it’s crucial to play to your strengths.

If you are a visual learner, for example, using images is how to retain what you read within a short period of time. It may help, for example, to create visual associations to help remember the key points of all the presentations you attended at a conference.

Likewise, if you are a verbal learner you can repeat the information you need to memorize to yourself over and over again. (Listening to a recording or writing it down repeatedly can also be useful).

As the saying goes, practice makes perfect.

Familiarity with your learning style and experience with memorizing large chunks of information under stressful circumstances will make you better at this.

23. Relate What You’re Memorizing To What You Already Know

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Associations help short-term memories stick.

One good mnemonic technique you can use is to make conscious associations between the new information you are trying to remember and what you already know.

For example, if you have to learn about World War II, try to associate the major historical developments, political leaders and contextual factors with what you have already learnt about World War I or a comparable military conflict.

24. Selective Forgetting

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You can only juggle so much information in your short-term memory at any given time.

If you have to remember a chunk of information quickly, it helps if there are not many other things jostling for your attention and limited brain space.

Instead of being distracted by routine information (e.g. how to get to work, what to wear, and what you have to do later this week), outsource all this minor memory work to an app or your personal calendar.

25. Pay Extra Attention To The Confusing Stuff

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You may assume to you have already figured out how to remember everything you read – only to find that you are having trouble distinguishing between two similar names or concepts.

For example, many people find it harder to differentiate between stalactites and stalagmites – or between President Suharto and President Sukarno. Do you say that someone is a “practicing lawyer” or a “practising lawyer”?

If you have to remember different things that can easily be confused for one another, be sure to make an extra mental note to differentiate them.

With stalactites and stalagmites, for example, you can use the mnemonic “c is for ceilings, g is for ground”.

This is how to retain what you read accurately and to avoid the common confusion caused by seemingly interchangeable words.

Conclusão

Psychologists and neuroscientists are still working towards a comprehensive understanding of the human faculty of memory.

As it stands, however, there is significant evidence to support the thesis that your brain is like a muscle.

The more you use your mind, the more adept it becomes at encoding and retrieving information.

In other words: if you don’t use it, you will lose it.

The question of how to retain what you read and learnt may become even more difficult to answer as you grow older and the biological process of aging takes its toll on your mind and body, but these mental techniques and lifestyle adaptations will help you keep the depressing effects of cognitive decline at bay.

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